Artes Indígenas no Brasil

DETALHES DO PRODUTO
Material: madeira e algodão
Tamanho aproximado: 23 x 12 x 0,5 cm

Yapema é uma peça ritualística esculpida em madeira pelo povo Asurini. É usada como objeto de oferenda de alimentos, como o beiju, durante os rituais do povo Assurini. Os grafismos são tradicionais representações da cosmologia e da natureza. Além dos grafismos, a Yapema é ornamentada com resina de cera de abelha e algodão.

Os Assurini do Xingu, localizados a margem direita do Rio Xingu, tiveram o contatos com os não-indígenas intensificados na década de 70, devido ao surgimento de novas atividades econômicas na região com uma forte presença de atividades extrativistas. Sendo assim, considerados uma etnia de recente contato com a sociabilidade não-indígena. A cultura material Assurini envolve atividades artísticas como a criação de cerâmicas, tecelagem, cestarias, armas, adornos, bancos e instrumentos musicais. O grafismo Assurini, presente na pintura corporal, cerâmicas e tecidos, surge como uma linguagem social desse povo, traduzindo a natureza, a vida social e a cosmologia.

Os Assurini, que sofreram diversos desalojamentos, seja por conflitos interétnicos ou pela atividade econômica dos não-indígenas mantêm sua cultura, território e narrativa viva através da sua rica produção artística. 

Assurini
Localização: Pará
População aproximada: 200
Família linguística: Tupi Guarani

YAPEMA DE MADEIRA - ASSURINI

R$110,00
YAPEMA DE MADEIRA - ASSURINI R$110,00
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Meios de envio

  • RETIRADA NA LOJA De segunda a sexta-feira, entre 10h e 16h. Endereço: Rua Tenente Francisco Antônio, 364 (Rua do Comércio), Centro Histórico, Paraty/RJ. Mais informações, 24 99326-1951.

    Grátis

DETALHES DO PRODUTO
Material: madeira e algodão
Tamanho aproximado: 23 x 12 x 0,5 cm

Yapema é uma peça ritualística esculpida em madeira pelo povo Asurini. É usada como objeto de oferenda de alimentos, como o beiju, durante os rituais do povo Assurini. Os grafismos são tradicionais representações da cosmologia e da natureza. Além dos grafismos, a Yapema é ornamentada com resina de cera de abelha e algodão.

Os Assurini do Xingu, localizados a margem direita do Rio Xingu, tiveram o contatos com os não-indígenas intensificados na década de 70, devido ao surgimento de novas atividades econômicas na região com uma forte presença de atividades extrativistas. Sendo assim, considerados uma etnia de recente contato com a sociabilidade não-indígena. A cultura material Assurini envolve atividades artísticas como a criação de cerâmicas, tecelagem, cestarias, armas, adornos, bancos e instrumentos musicais. O grafismo Assurini, presente na pintura corporal, cerâmicas e tecidos, surge como uma linguagem social desse povo, traduzindo a natureza, a vida social e a cosmologia.

Os Assurini, que sofreram diversos desalojamentos, seja por conflitos interétnicos ou pela atividade econômica dos não-indígenas mantêm sua cultura, território e narrativa viva através da sua rica produção artística. 

Assurini
Localização: Pará
População aproximada: 200
Família linguística: Tupi Guarani