Arte Indígena
DETALHES DO PRODUTO
 
Material: Cabaça e madeira
Tamanho aproximado: 7 x 26 x 7 cm
 
SOBRE O PRODUTO
 
Chocalho feito de cabaça de coité entalhado à mão e cabo de madeira. A cabaça da cuieira é cultivada por quase todo os grupos indígenas do Brasil, ou intercambiada, é de grande serventia para uso doméstico, como colher, concha, copo, prato, etc. Nesse caso, é utilizada inteira para construção de instrumento musical e apresenta um trabalho minucioso de entalhamento. O tom arroxeado é produzido com pigmentos naturais e é exclusivo desta etnia. 
 
 
Habitantes seculares das margens do rio Araguaia nos estados de Goiás, Tocantins e Mato Grosso, os Karajá têm uma longa convivência com não indigenas, o que, no entanto, não os impediu de manter costumes tradicionais do grupo como: a língua nativa, as bonecas de cerâmica, as pescarias familiares, os rituais como a Festa de Aruanã e da Casa Grande (Hetohoky), os enfeites plumários, a cestaria e artesanato em madeira e as pinturas corporais, como os característicos dois círculos na face. O nome deste povo na própria língua é Iny, ou seja, "nós". O nome Karajá não é a auto-denominação original. É um nome tupi que se aproxima do significado de "macaco grande".
 
FICHA TÉCNICA
 
Localização: Goiás, Mato Grosso, Pará, Tocantins
População aproximada: 3768
Família Linguística: Karajá

MARACA COM GRAFISMO - KARAJÁ

R$34,00
Esgotado
MARACA COM GRAFISMO - KARAJÁ R$34,00
DETALHES DO PRODUTO
 
Material: Cabaça e madeira
Tamanho aproximado: 7 x 26 x 7 cm
 
SOBRE O PRODUTO
 
Chocalho feito de cabaça de coité entalhado à mão e cabo de madeira. A cabaça da cuieira é cultivada por quase todo os grupos indígenas do Brasil, ou intercambiada, é de grande serventia para uso doméstico, como colher, concha, copo, prato, etc. Nesse caso, é utilizada inteira para construção de instrumento musical e apresenta um trabalho minucioso de entalhamento. O tom arroxeado é produzido com pigmentos naturais e é exclusivo desta etnia. 
 
 
Habitantes seculares das margens do rio Araguaia nos estados de Goiás, Tocantins e Mato Grosso, os Karajá têm uma longa convivência com não indigenas, o que, no entanto, não os impediu de manter costumes tradicionais do grupo como: a língua nativa, as bonecas de cerâmica, as pescarias familiares, os rituais como a Festa de Aruanã e da Casa Grande (Hetohoky), os enfeites plumários, a cestaria e artesanato em madeira e as pinturas corporais, como os característicos dois círculos na face. O nome deste povo na própria língua é Iny, ou seja, "nós". O nome Karajá não é a auto-denominação original. É um nome tupi que se aproxima do significado de "macaco grande".
 
FICHA TÉCNICA
 
Localização: Goiás, Mato Grosso, Pará, Tocantins
População aproximada: 3768
Família Linguística: Karajá