Artes Indígenas no Brasil

DETALHES DO PRODUTO
Material: Coité
Tamanho aproximado: 15 x 11 x 5,5 cm

Recipiente em forma de cumbuca pintado com pigmentos naturais. A cabaça da cuieira, quando madura, apresenta-se de cor marrom escura, cultivada por quase todo os grupos indígenas do Brasil, ou intercambiada, é de grande serventia para uso doméstico, como colher, concha, copo, prato, etc. Os desenhos geométricos utilizados na decoração do corpo, da cerâmica, das cabaças e outros itens da cultura material Assurini compreendem um sistema de arte gráfica, com uma gramática própria e cujo conteúdo se relaciona a diferentes sistemas de significação. Esses desenhos são estilizações de elementos de natureza, bem como representações de seres sobrenaturais ou elementos simbólicos. 

Os Assurini do Xingu, localizados a margem direita do Rio Xingu, tiveram o contatos com os não-indígenas intensificados na década de 70, devido ao surgimento de novas atividades econômicas na região com uma forte presença de atividades extrativistas. Sendo assim, considerados uma etnia de recente contato com a sociabilidade não-indígena. A cultura material Assurini envolve atividades artísticas como a criação de cerâmicas, tecelagem, cestarias, armas, adornos, bancos e instrumentos musicais. O grafismo Assurini, presente na pintura corporal, cerâmicas e tecidos, surge como uma linguagem social desse povo, traduzindo a natureza, a vida social e a cosmologia. 
Os Assurini, que sofreram diversos desalojamentos, seja por conflitos interétnicos ou pela atividade econômica dos não-indígenas mantêm sua cultura, território e narrativa viva através da sua rica produção artística. 

Assurini
Localização: Pará
População aproximada: 200
Família linguística: Tupi Guarani

CUIA PINTADA A MÃO COM GRAFISMO - ASSURINI

R$55,00
Esgotado
CUIA PINTADA A MÃO COM GRAFISMO - ASSURINI R$55,00

DETALHES DO PRODUTO
Material: Coité
Tamanho aproximado: 15 x 11 x 5,5 cm

Recipiente em forma de cumbuca pintado com pigmentos naturais. A cabaça da cuieira, quando madura, apresenta-se de cor marrom escura, cultivada por quase todo os grupos indígenas do Brasil, ou intercambiada, é de grande serventia para uso doméstico, como colher, concha, copo, prato, etc. Os desenhos geométricos utilizados na decoração do corpo, da cerâmica, das cabaças e outros itens da cultura material Assurini compreendem um sistema de arte gráfica, com uma gramática própria e cujo conteúdo se relaciona a diferentes sistemas de significação. Esses desenhos são estilizações de elementos de natureza, bem como representações de seres sobrenaturais ou elementos simbólicos. 

Os Assurini do Xingu, localizados a margem direita do Rio Xingu, tiveram o contatos com os não-indígenas intensificados na década de 70, devido ao surgimento de novas atividades econômicas na região com uma forte presença de atividades extrativistas. Sendo assim, considerados uma etnia de recente contato com a sociabilidade não-indígena. A cultura material Assurini envolve atividades artísticas como a criação de cerâmicas, tecelagem, cestarias, armas, adornos, bancos e instrumentos musicais. O grafismo Assurini, presente na pintura corporal, cerâmicas e tecidos, surge como uma linguagem social desse povo, traduzindo a natureza, a vida social e a cosmologia. 
Os Assurini, que sofreram diversos desalojamentos, seja por conflitos interétnicos ou pela atividade econômica dos não-indígenas mantêm sua cultura, território e narrativa viva através da sua rica produção artística. 

Assurini
Localização: Pará
População aproximada: 200
Família linguística: Tupi Guarani