Artes Indígenas no Brasil

DETALHES DO PRODUTO
Material: madeira 
Tamanho aproximado: 14,5 x 14 x 17 cm

Banco em forma oval, côncavo ao centro, talhado em madeira sobre duas bases firmes e pintado a mão com pigmentos naturais, como o Jenipapo. Os bancos Assurini são tradicionalmente utilizados no cotidiano da aldeia ou nos rituais de Pajelança, que envolve a religiosidade e espiritualidade Assurini. 
Para uso social e ritual os bancos são talhados em peça única de madeira alisada, mas para o comércio o objeto é transformado adquirindo novas formas de decoração, como os grafismos.

Os Assurini do Xingu, localizados a margem direita do Rio Xingu, tiveram o contatos com os não-indígenas intensificados na década de 70, devido ao surgimento de novas atividades econômicas na região com uma forte presença de atividades extrativistas. Sendo assim, considerados uma etnia de recente contato com a sociabilidade não-indígena. A cultura material Assurini envolve atividades artísticas como a criação de cerâmicas, tecelagem, cestarias, armas, adornos, bancos e instrumentos musicais. O grafismo Assurini, presente na pintura corporal, cerâmicas e tecidos, surge como uma linguagem social desse povo, traduzindo a natureza, a vida social e a cosmologia.

Os Assurini, que sofreram diversos desalojamentos, seja por conflitos interétnicos ou pela atividade econômica dos não-indígenas mantêm sua cultura, território e narrativa viva através da sua rica produção artística. 

Assurini
Localização: Pará
População aproximada: 200
Família linguística: Tupi Guarani

BANCO DE MADEIRA - ASSURINI

R$160,00
Esgotado
BANCO DE MADEIRA - ASSURINI R$160,00

DETALHES DO PRODUTO
Material: madeira 
Tamanho aproximado: 14,5 x 14 x 17 cm

Banco em forma oval, côncavo ao centro, talhado em madeira sobre duas bases firmes e pintado a mão com pigmentos naturais, como o Jenipapo. Os bancos Assurini são tradicionalmente utilizados no cotidiano da aldeia ou nos rituais de Pajelança, que envolve a religiosidade e espiritualidade Assurini. 
Para uso social e ritual os bancos são talhados em peça única de madeira alisada, mas para o comércio o objeto é transformado adquirindo novas formas de decoração, como os grafismos.

Os Assurini do Xingu, localizados a margem direita do Rio Xingu, tiveram o contatos com os não-indígenas intensificados na década de 70, devido ao surgimento de novas atividades econômicas na região com uma forte presença de atividades extrativistas. Sendo assim, considerados uma etnia de recente contato com a sociabilidade não-indígena. A cultura material Assurini envolve atividades artísticas como a criação de cerâmicas, tecelagem, cestarias, armas, adornos, bancos e instrumentos musicais. O grafismo Assurini, presente na pintura corporal, cerâmicas e tecidos, surge como uma linguagem social desse povo, traduzindo a natureza, a vida social e a cosmologia.

Os Assurini, que sofreram diversos desalojamentos, seja por conflitos interétnicos ou pela atividade econômica dos não-indígenas mantêm sua cultura, território e narrativa viva através da sua rica produção artística. 

Assurini
Localização: Pará
População aproximada: 200
Família linguística: Tupi Guarani